Atentamente,
Sigo os seus passos com a mente…
Não a oiço
Nem lhe vejo os pés.
Mas o seu respirar ecoa pela casa
E as paredes tremem com a pulsação
E, ao sentir o seu perfume no ar,
Sei que nunca aqui esteve.
Há um vagar e um silencio,
Um frio vazio.
E cada passo é um dia que passa…
Cada passo é uma noite que escapa…
(E não há dia que passe sem que eu pense nisso…)
Escrever é escasso
No meu castelo de cartas –
Desaba
Com um sopro que ela não chegou a soprar.
Hoje acordei sozinho.
Boris
Agosto 8th, 2011 at 11:25 pm
Muito boa escrita, vista de um ponto de vista de quem nada sabe.
Espero por mais literatura, já pouco editada por vocês.
Obrigado pela escrita.